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Isenção de impostos para compra de veículos novos e usados

Muitos vendedores e clientes desconhecem a legislação que garante a isenção de impostos para qualquer pessoa, que por algum motivo, esteja incapacitada mesmo que momentaneamente de dirigir um veículo.

Independentemente da idade, além dos portadores de deficiência física, a isenção vale também para pacientes com câncer com alguma limitação física.

AccessibilitÇ


VEÍCULO ZERO KM

Deficiente Físico: IPI, IOF, ICMS, IPVA
Deficiente Físico não condutor: IPI, IPVA
Deficiente Visual, Mental, Autista: IPI, IPVA

VEÍCULO USADO
Deficiente Físico: IOF, IPVA
Deficiente Físico não condutor: IPVA
Deficiente Visual, Mental, Autista: IPVA

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Marcas de motocicletas presentes no mercado brasileiro

logos de mtocicletas

Em breve links e mix de produtos.

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O preço do engarrafamento

Trânsito custa até R$7.390 por ano a motoristas do Rio. Veja como reduzir esse gasto

Rio – No Rio, motoristas chegam a perder, em média, cerca de 40 minutos nos congestionamentos. Segundo informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), nos horários de superpico, um trajeto que poderia ser feito em dez minutos pode saltar para 50 e o gasto com combustíveis aumenta.

Engarrafamentos são constantes
Calcula-se que, com esta perda de tempo, os motoristas gastam até 30% a mais para encher o tanque, alertam os especialistas. Em um ano, o gasto com combustíveis pode variar entre R$ 2.890 e R$7.390, segundo levantamento da Jato Dynamics, empresa do setor automotivo.

Para evitar gastos ainda maiores com os congestionamentos rotineiros, a dica é ficar atento aos trajetos que são feitos com frequência. “Fugir dos horários de pico é a melhor maneira para evitar maior consumo de combustível. Caso não seja possível fugir das filas de carros, o ideal é ter em mente uma rota alternativa, importante para esses momentos”, destaca o gerente de desenvolvimento de negócios da Jato Dynamics, Milad Kalume Neto.
No Rio, as vias mais congestionadas nos horários de pico são: Avenida Brasil, Linha Vermelha, Linha Amarela e os acessos que ligam a Barra da Tijuca na Zona Oeste aos bairros da Zona Sul. “Existe uma grande quantidade de obras pela cidade, o que faz o trânsito, naturalmente, ficar mais lento. Porém, o maior problema que enfrentamos é a frota de veículos que cresce 4% por ano”, explica Ricardo Lemos, diretor de desenvolvimento da CET-Rio.

Consumo excessivo pode ser evitado
Para reduzir o consumo de combustível no ‘anda e para’ dos congestionamentos é necessário reduzir o gasto na hora de abastecer. “Deixar o carro ligado quando parado no congestionamento pode representar gasto de um a dois litros de combustível por hora, dependendo do tamanho do motor. Por isso, o ideal seria desligar o carro quando a parada for superior a um minuto”, explica Amos Lee Harris Júnior, diretor da Universidade Automotiva (Uniauto).

Entrevista concedida ao jornalista Bruno Dutra – Repórter de economia – Jornal O Dia. 16/05/2013 00:07:51 http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2013-05-16/o-preco-do-engarrafamento

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TRANSPORTES – Transportes rodoviários de carga e passageiros

O segmento de transporte de passageiros e de carga é de grande importância estratégica para o desenvolvimento econômico e para o crescimento sustentável brasileiro, com forte influência nas condições de tornar o país mais competitivo e com menos custo Brasil. O conjunto de atividades que envolvem o setor de transportes é amplo e complexo, dependente de uma série de fatores conjunturais, seja de ordem econômica, seja de infraestrutura básica e essencial para o seu desenvolvimento. A indústria automobilística responde por grande parte do segmento de transportes, fornecendo os veículos como meio de transporte de carga e passageiros, cada vez mais adequados às necessidades pontuais dos usuários, atendendo efetivamente às condições de uso e exigências de mobilidade e sustentabilidade. O segmento de transportes responde por 15% do PIB (Produto Interno Bruto), reunindo mais de 80 mil empresas e cerca de 2 milhões de motoristas profissionais que conduzem ônibus, caminhões, tratores e táxis e outros 2 milhões de empregos diretos e indiretos que dão suporte para a movimentação da frota.

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